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A tristeza alegre (ou alegria triste) de After Laughter


Lembro bem de estar frente a um computador há vários anos atrás, e de repente me deparar com um vídeo de uma guria de cabelos alaranjados cantando em uma escola. Imediatamente surgiu em mim uma dualidade de emoções: primeiro, aquele som me parecia adolescente demais, claro, estava de acordo com a minha idade, mas não para o eu pedante que insistia em ouvir o verdadeiro rock n' roll; ao mesmo tempo, aquilo não saía da minha cabeça, não como som chiclete industrial, mas de fato como música boa, tendo instrumental e vocais magníficos. 
Pressionando esse meu lado crítico elitizado, Misery Business adentrou totalmente a playlist do meu MP4. Em pouco tempo, logo me vi "escondido" ouvindo Decode, enquanto a maior parte dos meus amigos falava mal de Crepúsculo e inclusive, dessa tal banda adolescente Paramore.
Sendo assim, como você pode ver pela a minha curta narração, eu sou um fã de longa data e acompanhei a maior parte dos altos e baixos da banda. Odiei a saída dos irmãos Farro, xinguei com todas as forças hipsters o álbum auto-intitulado, amadureci, percebi que esse álbum era muito bom e no final me encontrei com uma incógnita diante de After Laughter: qual seria os caminhos dessa nova fase? Mesmo com tantas mudanças, será que o Paramore continuaria a ser Paramore?

Análise Geral

Antes de qualquer coisa, a resposta é sim. Paramore continua sendo Paramore, e o melhor: inovando e seguindo em frente, sem deixar a qualidade de lado. Ao reouvir com mais atenção o disco auto-intitulado, eu percebi como ali havia uma ótima produção. Claro, as melodias mudaram, já que Josh Farro era responsável por elas, passando a bola para Taylor York. Mas é um disco de rock, com duas ou três músicas pop's. Eu arriscaria a dizer que ele é até mais apegado às raízes da banda, com certo medo de sair do que lhe é característico. Quem reclama que "isso não é Paramore e prefere o antigo", simplesmente não ouviu o álbum direito. Ele tem uma bateria ótima, no mesmo nível do Zac Farro, e melodias criativas. Talvez a guitarra não se faça tão presente, mas está ali a essência pós-punk, mesclado com um tom mais comercial. E sobre as letras, bem, pelo menos da minha parte, nunca reclamei. Hayley nunca decepciona, mesmo no single mais pop de todos.

Então "Paramore" é um passeio por várias sonoridades, mas tudo dentro do que é característico da banda. Já After Laughter, arrisca totalmente e não é um passeio por várias sonoridades diferentes, mas um conceito bem dosado que abusa da criatividade. Não estou dizendo que as músicas não são diferentes, longe disso, mas não há uma diversificação maior de gênero, sendo o álbum inteiro uma mistura indie rock, anos 80, pop, new wave e muito  pós-punk (The Smiths, The Cure, Siouxsie, Joy Division e etc). 
Existem vantagens e desvantagens nas duas abordagens: em um disco que atira para mais lados, obviamente temos a chance de atingir um público maior e ter momentos incríveis. A desvantagem é que há mais chances de existirem músicas medianas, não tão bem executadas/elaboradas. Já um disco de conceito, atinge um público menor, focado apenas naquele gênero e se uma música for mal executada, tem grandes chances de acabar com a unidade do trabalho (entretanto, se for bom em quase tudo, essa unidade tem chances de se tornar uma obra de arte relevante).

Portanto, digo desde já: After Laughter não é perfeito, mas é um ótimo álbum que tem poder como unidade, fazendo algo difícil - muda o som da banda drasticamente sem parecer forçado e nem desrespeitar o material fonte (e ainda tem uma identidade única). Sem contar que, analisando pelo lado emocional, serve como um ótimo produto de contato com o público, que acompanha os altos e baixos da banda e logo tem acesso à essas produções sinceras.

Faixa por Faixa


O disco abre com Hard Times, um pop rock engraçadinho de letra bastante depressiva. Veremos que essa combinação, melodia alegre e letra excessivamente triste, se aplica a quase todas as músicas. Não há como delimitar o percursor disso (no rock), mas eu diria que qualquer fã de indie tem logo em mente os Smiths. E bom, Hard Times tem riffs bem ao estilo de Johnny Marr, mesclado com um refrão chiclete. Essa música é a melhor amostra do que Taylor York disse sobre essa nova empreitada: "muito rock para pop e muito pop para rock". Até certo ponto, é uma vantagem, ainda mais, de novo, se vermos a produção como um todo - ou seja, Hard Times no conjunto se encaixa bem, mas isoladamente é um single fraco justamente por essa incerteza: ele não é tão chiclete para grudar na cabeça imediatamente e não tão rock para ter um desenvolvimento maior. Em suma, eu definiria isso aqui como simplicidade em demasia. Como porta de entrada para o disco é ótimo, mas sem o resto, é apenas um som bastante regrado em sua composição. Comparando com uma história (que é a minha especialidade), eu diria que é aquele livro com começo, meio e fim, sem grandes reviravoltas, mas com surpresas o bastante para não ser passável. Tem seu charme e claro, ganha mais importância quando colocado no repeat.


Rose-Colored Boy é uma das minhas músicas preferidas. Há toda uma vibe Cindy Lauper mesclado com The Cure (era feliz, claro). Vê se isso não lembra algo como In Between Days? Taylor, obviamente, não é Josh e não tem a mesma habilidade para criar riffs livres criativos, mas cria ótimos riffs repetitivos chiclete e também criativos. Há uma noção maior de produção, com um som de fundo constante e outros adereços que compõe a obra, junto do vocal típico da Hayley. Em síntese, temos agora melodias mais emblemáticas. E esse é o caso dessa música, que é toda alegre e bonitinha e, ao mesmo tempo, aborda temas como tristeza e inveja. Claro, se a produção é minimalista e repetitiva, a bateria toma então um papel maior, soando mais forte e seca. Ponto para o Zac.

"Just let me cry a little bit longer
I ain't gon' smile if I don't want to
Hey man, we all can't be like you
I wish we were all rose-colored too
My rose-colored boy"
(Só me deixa chorar um pouco mais
Eu não vou sorris se eu não quiser
Ei cara, nós não podemos ser como você
Eu queria que todos nós fóssemos cor-de-rosa também
Meu menino cor-de-rosa)

Obviamente, a letra é um desaguo da própria Hayley sobre os seus sentimentos, falando (de forma rabugenta) justamente sobre alguém que é o oposto do estado atual em que ela está e no que acredita*. Percebemos que as letras servem como uma forma de expressão direta da cantora, porém, ainda sim, não são nua e cruas, havendo um polimento para coincidir com o conceito. Isso nos proporciona brincadeiras sutis e inteligentes, tais como:

"I'm right at the end of my rope
A half empty girl
Don't make me laugh, I'll choke"
(Eu estou bem no fim da minha corda
Uma menina meio vazia
Não me faça rir, eu vou engasgar)

Em um primeiro momento, esse trecho, por exemplo, soa apenas como rimas comuns, mas logo percebemos a evolução da escrita da cantora, que se torna mais centrada e perspicaz. "A half empty girl" não se trata apenas de "uma menina meio vazia", mas remete a ideia do copo meio cheio e copo meio vazio. Caso você não conheça essa expressão, ela se trata de como as pessoas se dividem no mundo. Imagine um copo com água até a metade: você dirá que ele está meio cheio ou dirá que ele está meio vazio? Em suma, você é otimista ou pessimista? Hayley se coloca aqui como pessimista e depois pede para não fazê-la rir, se não ela vai engasgar, provavelmente com o próprio pessimismo.
Entretanto, ao cantar o verso, "Don't make me laugh, I'll choke", pela segunda vez, a cantora não termina a palavra "choke" (engasgar). Isso foi aleatório? Claro que não. Obviamente, ela engasgou. Isso se torna então uma piada sobre ela não querer rir e acabar engasgando com o próprio pessimismo (pois acabou rindo).

Told You So tem uma letra mais abstrata e repetitiva, encaixando-se perfeitamente com a ideia geral da música (e do clipe). Ela fala sobre a aflição do eu-lírico enquanto foi avisado diversas vezes que algo ruim aconteceria e no final aconteceu. O que resta agora? Só esperar o pior. Sendo assim, ela é repetitiva nos versos, como se fossem as próprias pessoas avisando o sujeito desesperado.
O grande protagonista aqui, falando de instrumental, é o baixo. Que baixo incrível! Perceberemos como o baixo está funky e forte ao longo de todo o disco. Aqui ele está perfeito, delimitando toda a atmosfera intimista. A respeito de produção, eu diria que essa é a mais introspectiva, sem ser necessariamente triste, mas relaxante.



Forgiveness é um respiro do gênero new wave, predominante até aqui, indo para um lado mais soft-rock e experimental. Ao fundo há a produção minimalista, mas quem delimita o ambiente, dessa vez, é a voz. Perceba as mudanças na voz de Hayley. É aqui que se concentra toda a emoção da música e melodia. A sensação, novamente, é de algo para cima e reconfortante, quase como estar em casa deitado nas cobertas em um dia de chuva. Mas aí, claro, vem a letra sem medo de ser rancorosa. 
A poesia é ótima, abordando como tema o perdão: o que de fato é perdoar? Devemos esquecer certas coisas? 

"You hurt me bad this time, no coming back
And I cry ‘till I couldn’t cry, another heart attack
If I lay on the floor, maybe I’ll wake up
And I don’t pick up when you call
‘Cause your voice is a gun
Every word is a bullet hole
Shot a hole in the sun
If I never look up maybe I’ll never notice"
(Você me machucou feio dessa vez, sem volta
E eu choro até eu não chorar, outro ataque cardíaco
Se eu deitar no chão, talvez eu vou acordar
E eu não quero atender quando você liga
Porque a sua voz é uma arma
Cada palavra é um buraco de bala
Atire um buraco no sol
Se eu nunca olhar para cima, talvez eu nunca notarei)

Ps: alguém poderia fazer um quiz: "É Chitãozinho & Xororó ou Paramore?". Ô sofrência!

Fake Happy é uma das minhas músicas preferidas por conta do plot twist. Primeiro temos a indicação de que virá uma música calma e depressiva, mas aí temos uma mudança radical para um som animado. Pode parecer altamente redundante isso, essa junção entre animação e depressão, porém é surpreendente quantas formas diferentes o grupo consegue trabalhar o mesmo conceito. E a melodia, claro, não poderia ser diferente: bem chiclete, com até uns "paraparapapa" para ficar na cabeça. 
É o perfeito hino da hipocrisia social. Conhece o conceito de máscara social? É um conceito sobre as diferentes personas que assumimos no dia-a-dia para esconder quem realmente somos. Hayley parece falar justamente sobre isso, até o ponto em que não sabe mais quem é. 

"If I smile with my teeth
Bet you believe me
If I smile with my teeth
I think I believe me"
(se eu sorrir com meus dentes
aposto que você acreditará em mim
se eu sorrir com meus dentes
eu acho que eu acreditarei em mim)


26 dá uma acalmada e agora nos leva a uma vibe mais folk, algo bem parecido com Misguided-Ghosts. Interessante notar como Paramore, mesmo separada dos irmãos Farro, faz um som que coincide com os rumos seguidos pelos dois. Caso você não saiba, Zac Farro tem um projeto solo chamado HalfNoise (que aliás é muito bom) e Josh tem outro chamado Farro (que  aliás é bem ruinzinho). Em After Laughter temos uma mistura dos dois: esse lado mais oldschool folk e o lado mais oldschool indie. Obviamente o segundo é mais proeminente, até por que Zac participa do disco.
O que eu quero dizer? É que um dos motivos para o Josh sair da banda foram as divergências criativas, mas aí... A banda faz justamente o que ele vem tentando fazer e de forma muito melhor.  
26 além de servir como balada folk realmente depressiva, é um respiro na animação, algo muito bem vindo.

Pool nos leva de novo para os momentos altos, confirmando que After Laughter, além de ser o pós-felicidade, é um disco sobre relacionamentos amorosos. Isso se confirma com, poucos meses depois, o divórcio de Hayley Williams. Não estou dizendo que o disco inteiro é só sobre isso, mas fica difícil não associar grande parte do material com a notícia. Principalmente ao ler versos como:

"(I'm underwater) with no air in my lungs
(My eyes are open) I'm done giving up
(You are the wave) I could never tame
(If I survive) I'll dive back in"
((Estou debaixo d'água) sem ar em meus pulmões
(Meus olhos estão abertos) estou cansada de desistir
(Você é a onda) que eu nunca poderia surfar
(Se eu sobreviver) eu vou mergulhar de volta)

Daqui pro final vejo uma influência maior do HalfNoise. Você tem de um lado a ideia inicial, da até então banda Hayley Williams + Taylor York, de fazer um disco oldschool, e do outro lado o antigo companheiro que vem fazendo um som indie justamente com essas referências. É unir o útil ao agradável.  Pool, ironicamente, soa como um bom verão na piscina, e não o afogamento tão declamado.

Grudges é a música, pelo menos para mim, mais diferente de todo o álbum e aqui fica claro o dedo de Zac. A letra? Obviamente fala da volta dele à banda e desse novo caminho, que envolve muita dor do passado e esperança. Não preciso falar muito desse som, apenas que ele merece ser ouvido em uma viagem de férias e que a sua despretensiosidade exala em cada nota. De novo, ter um respiro frente aos temas tão pesados é altamente bem vindo, pois trás mais variedade além da clássica fórmula melacólica.

E se já tivemos esse respiro, Caugh In The Middle é a ode completa à fórmula da alegria + tristeza, entretanto, dessa vez indo de forma tão extrema, mas tão extrema, que soa como uma piada. É uma grande brincadeira, ao melhor estilo irônico Morrissey, para explanar problemas sérios da depressão. Não sei se rio ou choro ao imaginar uma plateia inteira cantando:


"I don't need no help
I can sabatoge me by myself"
(Eu não preciso de ajuda
Eu posso me sabotar sozinha)



Idle Worship imediatamente, na primeira ouvida, é a que mais lembra os tempos antigos da banda. Novamente, essa variedade, ainda dentro de um mesmo conceito, é ótima, pois enquanto já estamos acostumado com a mudança, quando vem algo nostálgico, um sorriso inevitável surge no fã mais "raiz". Não que os novos fãs não vão gostar (vão adorar), mas só quem acompanha o grupo há anos vai sentir esse aquecimento no coração ao perceber que eles não se esqueceram do estilo anterior e ainda o sabem fazer muito bem, sempre olhando para frente.

"Remember how we used to like ourselves?
What little light that's left, we need to keep it sacred
I know that you're afraid to let all the dark escape ya
But we can let the light illuminate these hopeless places"
(Lembra de como costumávamos gostar de nós mesmos?
Que pouca luz que sobrou, precisamos mantê-la sagrada
Eu sei que você está com medo de deixar escapar toda a escuridão
Mas poderíamos deixar a luz iluminar esses lugares sem esperança)

No Friend é um belo exercício de produção instrumental, que convida Aaron Weiss, do mewithoutYou, a cantar a história da banda. Eu sinceramente não me conectei tanto com essa letra, mas acho que ela se trata mais de sentir do que exatamente entender. Ouvi e li muita gente reclamando dessa faixa, tratando-a como descartável, e discordo totalmente. After Laughter tem que ser ouvido e apreciado com calma, inclusive até lido por conta de suas letras profundas. No Friend mostra a transformação sutil que vai ocorrendo na sonoridade do disco, que se torna mais introspectivo que o normal, resultando na catarse final, Tell Me How. Até aqui tivemos quase sempre a junção entre tristeza e alegria. Alegria no instrumental e tristeza nas letras. No Friend é uma produção totalmente intimista e pra baixo de um modo diferente, voltado para a raiva. Essa faixa revela então um novo aspecto melancólico do que estamos acostumados - o da produção. Pois então, logo somos inseridos na contraparte.

Tell Me How tem uma produção pequena, sem nenhuma alegria, tendo como destaque apenas o piano. A voz de Hayley toma total protagonismo, sem mais piadas ou qualquer outra coisa, a não ser a emoção; a entrega total da alma. Portanto, por causa de No Friend, a faixa soa mais reveladora e sincera, se encaixando no todo e trazendo uma grande experiência ao ouvinte. Sinceramente? Para mim é a melhor música do disco. A letra simples, mas impactante, a interpretação da Hayley e o instrumental contido, mas pontual, criam uma atmosfera única, de uma balada emblemática que cresce naturalmente. 

"Tell me how to feel about you now
Tell me how to feel about you now
Oh, let me know
Do I suffocate or let go?"
(Me diga como devo me sentir sobre você agora
Me diga como devo me sentir sobre você agora
Oh, me deixe saber
Devo sufocar ou deixar pra lá?)



After Laughter é uma produção bastante interessante que deve ser agraciada como um dos melhores álbuns de pop rock não só de 2017, mas da década. A sua escolha de seguir um conceito foi bem acertada, constituindo um disco que funciona como unidade. Talvez, isoladamente, algumas músicas se tornem mais fracas, quase como se fossem simples demais, necessitando de um desenvolvimento maior; enquanto em outras, é essa simplicidade que traz o charme único.
Muitos estavam com um pé atrás a respeito do que o Paramore faria, eu incluso, mas a banda soube bem dosar o antigo com o novo, adicionando muitos ingredientes que ao invés de causar estranheza, deram mais sabor ao que já era bom. Mudar nem sempre é benéfico e pode resultar em problemas, porém, nesse caso foi extremamente proveitoso, ainda mais para um grupo que passou por tantas coisas. 
Por fim, fica uma reflexão sobre o que essa obra representa: quando rimos mostramos de bom grado nossos dentes, exalando nossa alegria; entretanto, por dentro podemos estar ansiosos ou simplesmente imersivos em um estado de tristeza. Sorrisos escondem quem somos ou são apenas um fragmento da nossa real complexidade. Após a risada, esse traço da máscara social vai embora, sobrando apenas o resquício daquela ligeira felicidade e o estado pré-volta da realidade depressiva. Uma sensação melancólica inexplicável, mas que depois de tantas vezes, fica marcada em nossas memórias. After Laughter.

El Psy Congroo.

*Edit: uma amiga me chamou no whats e me deu um puxão de orelha sobre o trecho, "falando (de forma rabugenta) justamente sobre o seu companheiro de banda e amigo, Taylor", argumentando que a música não é necessariamente sobre ele. Obviamente, a minha amiga está certa. Depois fui procurar fontes sobre e conclui que eu me equivoquei completamente. Ao conversar com diversos amigos do fandom, a maioria levava Rose-Colored como uma música para o Taylor e inclusive tive uma discussão sobre a música com o meu professor de inglês, fã de longa data, que também afirmou a mesma coisa. Mas isso é uma SUPOSIÇÃO que levei como "fato" meio que automaticamente, sem me dar conta que é uma teoria de fã. Pois aqui está a minha ressalva: Rose-Colored NÃO é sobre Taylor (quer dizer, pode ser que seja? Sim). Se você notar algo estranho, o que é difícil por que tento tomar cuidado no que afirmo, é só me dar um toque nos comentários :) Vou dar uma editada no trecho para não confundir futuros leitores. 

Ouça o álbum no Spotify:



Nome: After Laughter
Artista: Paramore
Lançamento: 12 de maio de 2017
Gênero: alternativo, pop rock, new wave, synthpop
Duração: 42:31
Nota: ★ ★ ★ ★ ★ (80/100)

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