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Destaques

O terror como punchline humorística em Get Out

O cinema tem como principal função apenas entreter, assim como qualquer outra forma de arte. Você pode dar "n" motivos para uma obra ser boa, mas se ela não entretêm, ela não serve para nada. Tendo isso em mente, eu sinto falta de um cinema um pouco mais descompromissado; eu sinto falta de contos e crônicas sinceras, coisas que só vemos em produções independentes que em sua maioria se quer chegam por essas bandas. Portanto, ver um filme como Corra fazendo sucesso tanto entre o público de nicho e o público geral, acabando por ser exibido com certa relevância, chega a emocionar. Não que isso automaticamente torne o longa bom, mas é que a sua proposta é tão simples e ao mesmo tempo tão cheia de nuances e propósitos, que é difícil não torcer para que dê certo. Corra deu certo e não só isso, é um respiro no gênero tanto de terror quanto de comédia. Ele não é inovador, mas a sua exótica combinação de gêneros culmina em uma história bem executada, sem a necessidade de ser megaloma…

Dropando Korra

Iae pessoas, esse é mais um update heh
Apenas para dizer que, infelizmente, estarei dropando os posts da Korra.
Não é uma decisão fácil fazer algo assim. Sou muito metódico com prazos, qualidade textual e criatividade e, portanto, pensei bastante antes de tomar essa decisão. 
Korra simplesmente não me anima mais à escrever. Algo parecido aconteceu com Doctor Who, mas acabou por chamar minha atenção em sua reta final (o que resultou em posts interessantes).
Não ligo para o tamanho dos textos, sim para a qualidade. Dissertar sobre Avatar se tornou repetitivo e nada prazeroso. Nenhuma das outras vezes escrevi sem gostar, mas agora a vontade simplesmente dissipou-se.

Não vou parar de assistir Korra; o desenho não se tornou ruim; apenas perdi a vontade de escrever sobre. O [Acompanhando] é uma experiência (assim como todo esse blog hue) e certas coisas não se encaixam. Por exemplo, Doctor Who cabe perfeitamente por aqui - já Avatar, para mim, funciona melhor em post único, por ser uma série rápida (20 minutos cada episódio), de história continua e elementos similares que se repetem.

Conclusão: não vou escrever por que tenho que fazer isso, vou escrever por que preciso fazer isso. São duas coisas diferentes. Korra já perdeu sua necessidade e merece destaque em outros meios; ou melhor, colunas. Não acho que aqui seja lugar para ela, sim numa análise ou dissertação mais descompromissada e objetiva, que trace de uma vez toda a temporada.

Abandonar isso é como perder um filho. Só quem escreve sabe. Mesmo que ninguém leia, é algo que criou-se e desenvolveu-se. Porém, é preciso estar aberto para cortar raízes, plantando novas flores, para que estas possam oferecer novos sentimentos.

Korra é um desenho ótimo (e mesmo que fosse ruim), não merece definhar em posts forçados; jamais faria isso. Anuncio sua morte neste meio, mas as ideias continuam bem vivas: vamos ver se venço a procrastinação e escrevo algo decente (Julinho tá com bastante texto. Faz um sobre Korra manow \o).

Bom, chega de tempestasde em copo d'água. Jesus transforma em vinho e vamo todo mundo dançar!


El Psy Congroo.

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